“Sentir Açores”. Foi este o mote para um breve vídeo sobre a geografia cultural, paisagística e sentimental das nossas ilhas.
Açores, ilhas de luz, com uma paleta de cores diversificada e que satisfaz a gula de quem busca paisagens sublimes.
Nove ilhas carregadas de sal, de paisagens líquidas, com a banda sonora dos cagarros e do mar. Este mar, que transforma o arquipélago num autêntico laboratório natural marinho, é o mesmo que o cerca influenciando a forma de vida de ser ilhéu.
As ilhas são mais do que paisagens. Há também as gentes, as anónimas e as que têm contribuído para a nossa elevação cultural e demonstrado que a produção artística por aqui é fértil.
Antero de Quental, Vitorino Nemésio ou Canto da Maia não são ilhas isoladas na cultura açoriana, muitos outros têm vingado.
Os Açores têm sabido mostrar em diversos campos que pode haver um equilíbrio entre a inovação e a tradição, e que o novo não implica necessariamente um corte do cordão umbilical da nossa memória coletiva” (Teresa Viveiros)
“(…) luz, cor, os vários verdes, os vários cinzentos, as primaveras indecisas, a lava escura e o bafo salino, a abundancia de águas e a presença forte do mar circundante, tudo isso é património” (Professor António Machado Pires)
Música: Chamateia de Luís Alberto Bettencourt